O Soma védico é descrito como uma planta amarela, então ele poderia ser a cannabis indica, que possui brotos amarelos quando nasce em altas altitudes (como no Himalaia); em “Alimento dos Deuses”, Terence McKeena associou o Soma à Amanita (que também existe na Índia, ao lado do Psylobis) mais por referências pessoais dos efeitos da Amanita do que por referências populares indianas. Contudo, é sabido no Himalaia (vide "Aprendendo com os Mestres do Himalaia" de Swami Rama) que o Soma é uma planta que realmente existe e se trata de uma "suculenta" (mesma família do cacto) que só nasce acima de 4.000 metros e que poucos sabem identificar (o autor não sabe descrever a viagem do Soma pois nunca soube de alguém que o tomasse).
Os persas chamam de Haoma ao corpo de Zaratustra, que nasce de uma relação sexual sem contato (pura) entre Zoroastro e sua esposa (se não me engano, algum nome parecido com Maya) envoltos numa nuvem de cannabis em chamas.
Soma é corpo em grego.
Nos Vedas hindus, "Soma" é o corpo dos deuses, veículo pelo qual se come deuses, se transformando neles (você é o que você come). Além disso, um dos 3 Corpos da crença hindu se chama Kaya, se tratando do Corpo astral (que liga o Corpo global ou Deha ao Corpo físico); tanto que Ganesh é reverenciado como Maha Kaya (grande corpo).
Kaya é para os Rastafari o corpo de Jah, e é possível que “macanha” (que em Angola, signfica tabaco) seja corruptela de algo próximo a “maha kaya” ou “ma kaya”: meu corpo, ou corpo matriz, ou mesmo grande corpo; "cânhamo" surge da repetição (a ejaculatória ou japa, em sânscrito) desse mesmo mantra; sem esquecer que McKeena afirma que o Soma hindu pode ser cannabis pela afirmação védica da cor amarela das flores.
Esse corpo divino está em todos os povos, e todas referências passam pela Grécia, Etiópia, Pérsia, culminando no Himalaia, como uma linha senoidal atravessando a região entre o Equador o Trópico de Câncer. Essa linha também passa pelos Mayas e pela Fossa Atlântica. Segundo o decodificador do túmulo de Pacal, Maurice Coterrel, o magnetismo dessa região, devido à influência solar, provoca essas substanciações divinas.
Os persas chamam de Haoma ao corpo de Zaratustra, que nasce de uma relação sexual sem contato (pura) entre Zoroastro e sua esposa (se não me engano, algum nome parecido com Maya) envoltos numa nuvem de cannabis em chamas.
Soma é corpo em grego.
Nos Vedas hindus, "Soma" é o corpo dos deuses, veículo pelo qual se come deuses, se transformando neles (você é o que você come). Além disso, um dos 3 Corpos da crença hindu se chama Kaya, se tratando do Corpo astral (que liga o Corpo global ou Deha ao Corpo físico); tanto que Ganesh é reverenciado como Maha Kaya (grande corpo).
Kaya é para os Rastafari o corpo de Jah, e é possível que “macanha” (que em Angola, signfica tabaco) seja corruptela de algo próximo a “maha kaya” ou “ma kaya”: meu corpo, ou corpo matriz, ou mesmo grande corpo; "cânhamo" surge da repetição (a ejaculatória ou japa, em sânscrito) desse mesmo mantra; sem esquecer que McKeena afirma que o Soma hindu pode ser cannabis pela afirmação védica da cor amarela das flores.
Esse corpo divino está em todos os povos, e todas referências passam pela Grécia, Etiópia, Pérsia, culminando no Himalaia, como uma linha senoidal atravessando a região entre o Equador o Trópico de Câncer. Essa linha também passa pelos Mayas e pela Fossa Atlântica. Segundo o decodificador do túmulo de Pacal, Maurice Coterrel, o magnetismo dessa região, devido à influência solar, provoca essas substanciações divinas.
OBS.: As livreassociações etimológicas aqui propostas parecem sempre, à primeira vista, desprovidas de qualquer método científico, o que leva à ironia textual e inevitável comicidade, que desvaloriza qualquer análise inovadora. Essas livreassociações, porém, podem ser referendedas não pela linguística e filologia tradicional; mas, a partir da sociolinguística, novas modalidades interdisciplinares deram maior liberdade aos métodos de análise da linguagem. Pensando no fonema "ma", que aparece em diversas das palavras aqui estudadas (soma, mahakaya, macanha, maya, amanita), é facilmente notável sua perenidade em diversas línguas, sempre com o significado de mãe, meu/minha e mente; e por vezes, mão, mestre, morte. Do sânscrito aos novos indo-arianos: ma / mine / minha; mano / mind / mente; mrtyor / morte. Esse fato não é de todo misterioso, conforme podem comprovar estudos médicos: é sabido que o primeiro movimento fonético humano é o de abrir a boca e gritar com potência; fazendo o fonema A, primeiro sacramento em todas as culturas do corpo divino. Em seguida, o ser humano tende a frear esse grito, por cansaço ou sossego, e "ganir" em tom baixo, perfazendo o fonema "mmm..."; aí pode estar a explicação biológica do princípio cósmico atribuído pelos indianos ao fonema "Aum". Para chegar no ma, o terceiro fonema humano, que fecha o círculo de poder inicial (grito - sossego - ideia): aí a necessidade de se autoafirmar no espaço, reconhecendo o que é meu, a minha própria mente e o mãe da cognição do mundo.
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